Quem eu sou?

Não acredito em pessoas de uma única definição.


Passei boa parte da vida ouvindo que precisava escolher

quem eu seria. Inteligente ou sensual. Forte ou sensível.

Artista ou empresária. Corpo ou mente.


Nunca consegui escolher.


Nasci com superdotação e TDAH. Desde criança, minha

forma de enxergar o mundo era diferente. Enquanto

muita gente aceitava as regras, eu queria entender por

que elas existiam.


Sempre me interessou menos seguir respostas prontas

e mais investigar o comportamento humano.


Foi essa inquietação que moldou minha trajetória.


Comecei a empreender muito jovem. Aos 18 anos já tinha

minha própria empresa e construí minha independência

trabalhando na internet. Ao longo dos anos, transformei

meu trabalho em um laboratório para explorar temas

como desejo, identidade, autoestima, liberdade e

relações humanas.


Muita gente me conheceu pelo conteúdo adulto.


Mas, para mim, ele nunca foi apenas sobre erotismo.

Sempre foi sobre autonomia.

Sobre ocupar o próprio corpo sem culpa.

Sobre entender que sensualidade também pode

ser inteligência, arte e expressão.


Hoje meu trabalho reúne diferentes projetos que

conversam entre si.


Produzo conteúdo adulto porque acredito que desejo

não precisa ser tratado com vergonha.

Escrevo porque acredito que uma ideia pode mudar

uma vida.

Estudo psicanálise porque entender a mente

humana sempre foi a minha maior curiosidade.

E construo comunidades porque acredito que

ninguém precisa enfrentar sozinho o processo de

descobrir quem realmente é.


Minha missão nunca foi ensinar alguém a ser como eu.


É ajudar cada pessoa a viver sob as próprias regras.


Se existe uma ideia que resume tudo o que construo,

talvez seja esta:


A maior prisão não é aquilo que os outros pensam

sobre você. É a versão de si mesmo que você criou

apenas para ser aceito.


Se meu trabalho provoca alguma coisa, espero que

seja exatamente isso:


a coragem de abandonar personagens e começar a viver

de forma mais consciente, mais livre e mais verdadeira.


"A maior prisão

não é aquilo que

os outros pensam

sobre você.


é a versão de si mesmo

que você criou apenas

para ser aceito."

Mel Russo

Seja bem-vindo ao meu universo